sexta-feira, 20 de julho de 2012

atentados poéticos


corrupção corrói a carne
corrupção corrói o corpo
corrupção corrói o sangue
corruoção corrói o osso
corrupção corrói a alma

não me peçam calma
quem quiser qu peça arrego
com a licença com rappa
tenho uma arma apontada
para a cara o sosswego

"paz sem voz não é paz é medo"

quando nasci um anjo torto
me travestiu de carnavalha
olhou-me nos olhos me disse:

eles te querem submisso
mas seu único compromisso
é avacalhar o coreto da bandalha


na pedra do morro da urca
ossanha uma deusa turca
mastigando a sanha entre os dentes
olhando-me nos olhos de frente
cuspiu dentro da  minha cara:

encrave entre as  minhas coxas
teu pênis/punhal feito aço
deflore este meu cabaço
desfolhe a flor da donzela
arranque o meu coração
entrerre em teu peito de macho

stela se quiser que se resguarde
para a hora do casamento
mas juro por nossa senhora
que ela também em pesnamento
já quer sangrar antes da hora

federico baudelaile
http://www.facebook.com/#!/federico.baudelaire

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